Conteúdos com caráter informativo sobre orçamento de startups. Não constituem recomendação individualizada. Resultados podem variar.
Orçamento do primeiro ano
Muitos fundadores começam o primeiro ano com um ficheiro simples e algumas notas dispersas. Este guia mostra como transformar esse ponto de partida num orçamento mensal estruturado, ligando gastos a decisões concretas como contratações, marketing e infraestrutura. Passamos por categorias essenciais, margens de segurança e formas de evitar que o plano se torne complexo demais para a rotina da equipa.
Entender burn rate
Burn rate não é apenas uma métrica para investidores, é uma forma de medir o ritmo a que a startup consome caixa. Explicamos como calcular, que gastos incluir, como relacionar com a runway e que sinais observar quando o ritmo de consumo começa a afastar-se do plano. O objetivo é que use este indicador como ferramenta de decisão, não apenas como número em apresentações.
Preparar captação
Planear captação sem um orçamento minimamente estruturado costuma resultar em perguntas difíceis de responder durante reuniões. Neste conteúdo mostramos como preparar um quadro simples com gastos por área, necessidades de caixa em diferentes horizontes e cenários prudentes, para apoiar conversas com investidores sem promessas irreais sobre resultados futuros.
Manter orçamento vivo
Um orçamento útil não vive apenas no momento em que é criado. Aqui descrevemos rotinas mensais e trimestrais para comparar plano e execução, rever hipóteses e atualizar o horizonte de caixa. A proposta é transformar o orçamento numa ferramenta viva, integrada nas conversas regulares da equipa fundadora, em vez de um documento estático perdido numa pasta partilhada.